“Ainda falta descobrir a serenidade.
Ainda falta dominar a ansiedade e aprender a esperar.
Ainda me falta pacificar, deixando o coração ficar mudo.
Ainda falta aprender quase tudo.”
[Para re-lembrar, Mininu Nu]
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2. Poesia [numeração de acordo com os rabiscos que tenho ... ]
# Na calçada, pelo caminho...
Escrevi por ele,
que contaria sua vida,
por breves períodos, algumas orações.
[Meu cachorrinho]
Transcrevi e decifrei,
o caminhar perdido, o medo da beirada, mais parecia um precipício...
o chão áspero e quente de sol, marcava em cada contato, o pisar...
[O caminho é difícil para os pés e patas no chão]
qualquer corpo e ser que o cruzava, incitava briga...
Os sons o cercavam, difícil era compreender,
nada diziam eles, para ele só ruídos...
[Pessoas, carros e motos, outros cachorros]
e vez ou outra, o vento trazia o cheiro,
daquele aroma ambiente recordaria, aproximava-se sem medo...
aproveitava o momento com alegria.
[Banheiro em árvore]
ali se desfez, expelindo tudo que não mais queria.
aliviou sua necessidade física...
[foi-se coco...]
Não só isso precisava,
como um pequeno olhar o cruzava,
devagar e cada vez mais próximo,
a sentia, e ela era linda...
[cadeinhas ! Uhu ! =)]
com ousadia posicionou-se ao lado,
deu-lhe um cheiro, e próximo a orelha, uma lambida!
e após o cortejo, encerrou-se assim seu passeio.
[Natural né...]
Caminhava para casa, já não mais aguentava
um passo se quer, com sede e coração acelerado,
feliz retornava, adentrava pelo condomínio,
cumprimentava o vizinho...
Encerrou assim seu dia,
[cão, sobe!]
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A fome, há fome...
Antes frio, não iluminado,
Cedendo o lugar para
Um feito de qualquer hora...
Quando há vontade, da à hora
E não iniciado por ritual,
Mas que requer preparação
Esquentando... Gerando o calor...
Ali aberta e disponível, aguardava.
O objeto, a entrada...
Toma forma aos poucos...
Pela força das mãos,
Apertava forte, suave, por inteira
E assim o gosto surgia... Com esse subia também o cheiro
Por cima fico observando o tipo
Até que no preciso momento
O ponto certo é interrompido
Na hora posta ao fogo,
O engole...
E por menos de uma hora permanece
Até que pronto está
E novamente retoma o desejo
Deliciar-se finalmente
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Todo e qualquer lugar... Num mar de perdidos, a procurar...
E ali, casual, o casal... hora a frente, hora atrás, ora, ao lado está...
E do casual nasce... no começo abre espaço e sempre algo a incomodar.
Vezes braços, vezes perna... Faz força, exerce peso... Equilibra...
O contato da pele, roupas torcidas em cada passar, completos estranhos a se tocar...
Como disputa, quem sabe excita, tensiona, irrita... As vezes grunhido, ou talvez gemidos...
O objetivo, possuir, encontrar o lugar... Ali passam-se horas, até que o momento torna...
os músculos contratídos, com celeridade vai para trás... De pé, estica-se, forçosamente...
Alcança... então agora não mais sobre você...
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Por todo Ô
Frente a frente,
um encarando o outro esperando a mente trabalhar.
Eis então que,
a imaginação flui, e tudo começa a funcionar.
A proximidade aumenta, cria-se um doce balançar
para frente e para trás, com força, empolgação
poderia repetir-se por horas ou minutos, mas após
as maos,
das mãos o deslizar pelo todo
apertos celeres marcando e voltando,
abaixo acima para os lados, inquietam...
ao final, o momento de satisfação,
relaxado, agora de ombros para baixo...
a sensação de trabalho pronto, realizado...
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Guiando Corpos
...e seguem também os dias,
por todos eles o esforço , esvai
cada folego e atenção ...
presas em uma única direção
para frente, segue sem medo..
invadindo de conhecidas o oculto
e reluzente os olhos,
vistos de frente
em direção contraria.. na contra mao
corta-me a cada intante um sorriso
e por eles guia-se meu corpo
alinhado preciso ousado
levo-me onde quero
por caminhos que não preciso conhecer..
mas desejo descobrir
acabo-me por chegar, em qualquer ponto de onde eu parti
seguro firme... preparado para qualquer outro dia... guiar-te novamente...
o que seria de mim, sem a possuir...
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Por não falar com você todos os dias...
Era algo mais ou menos assim:

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Dizia um grande ícone do mundo alternativo:

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Um novo post e como sempre eu só paro para pensar no ônibus...
Ai pensei nela... [Para Joanecléia, com carinho...]
Prólogo:

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É quando visitamos um amigo, por qualquer meio...
Faço isto para matar a saudade, Susan é um pouco antigo, mas sobreviveu.
O que era ali como recado, agora torno-o público.
Para Susan com carinho: [A possuia... Desolação como frase?]
[Estava com pensamenos felizes e impossíveis no ônibus.... acho que inspirei...]
Marcadores: dedicatória , Poesia
Quando conversava com uma pessoa que mora em portugal, um sorriso surgiu, tímido, sem força... Parei para postar então o motivo... Lavar a roupa suja [mente suja]... E existem 2 versões deste... a primeira é ainda um pouco triste, mas aguarde em breve posto a que surgiu com o sorriso..
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Para que saibam, luto todos os dias, uma batalha intelectual e física [mediúnica]. Sou operador de telemarketing, antes achava que mais valia falar que trabalhava com filmes pornôs, era “mais bem” visto. Agora eu sobrevivo...
A batalha mencionada é a ida e a volta, além da rotina constante de “emburrecimento”...


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Rodrigo disse:
a culpa é sua, só pode ser
Rodrigo disse:
que falta faz ... quer merda é ter que conter....
ta bem ali ... alcance dos meus braços.. e eu não posso envolve-los nela...
Łєтícią disse:
o.O
Łєтícią disse:
a culpa é sua de tanta a minha carência!!!!
Rodrigo disse:
ah ... a culpa é minha ........
Rodrigo disse:
acho que não posso da-lá para ninguém...
Rodrigo disse:
"ainda tenho que descobrir o que me falta ..."
"ainda tenho que conquistar algumas coisas..."
"ainda tenho que saber o que fazer disso tudo...'
Łєтícią diz:
...
Łєтícią diz:
q droga q é o amor
Łєтícią diz:
Rodrigo diz:
acho que nossas conversas de MSN dão um blog...
Rodrigo diz:
Abaixo o amor ....
Łєтícią diz:
^^
Łєтícią diz:
ahh q vontade de cortar os meus pulsos
Rodrigo diz:
corta os meus ....
Rodrigo diz:
eu deixaria...
e apreciaria... vermelho, a mancha crescente no meu corpo...
que cada gota levasse um pouco de dor embora...
Rodrigo diz:
eu o deixari a fluir até sentir-me livre
Łєтícią diz:
e contemplaria no chão a rio de sangue que me fez derramar
Łєтícią diz:
tudo pelo belo gosto de sofrer o amor
Rodrigo diz:
ali abaixo, o amor, mergulhado e escorrido...
a escurecer e ressecar... no fluxo do rio, de sangue....
lá, não mais há....
deu-se por fim... o amor... o sofrimento.. o gosto.. o belo .. o tudo...
abaixo, o amor.
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