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A busca feminina - Final 1


Lançar-se na busca e experimentar os homens, fortes, bonitos, inteligentes, de conversas flexíveis e atuais...

Após as muitas investidas, finalmente encontrar todas as características: forte, bonito, inteligente e atualizado em um único homem! Aumentar o vínculo que tem com ele e ter a certeza que ele estará sempre apoiando suas decisões. Tornou-se uma ótima companhia e principalmente, sua melhor amiga.


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Curriculum Emotere

Curriculum Emotere

Rodrigo Cavaleiro
heterosexual, 26 anos de idade, carioca e residente no Rio de Janeiro. Alcunha: Mininu_Nu. Endereço de Referência: Apartamento com boa vista e privacidade, Taquara – Jacarepaguá. Havendo possibilidade de mudança para residência própria em Campo Grande.

Outros Contatos:
[Blog ] http://vocevaisobreviver.blogspot.com
[Email] mininu_nu@hotmail.com [MSN]
[Orkut] Rodrigo Cavaleiro


Objetivo:
Cargo integral de homem na sua vida.


Formação e Complementares
[Para maiores informações, Clique no curso]

IBRACREM - Instituto Brasileiro Para o Crescimento Masculino
- Curso: Homens, vale à pena investir na educação


UMI (União das Mulheres Inconformadas) & AMA (Associação dos Machos e Animais)
- Curso: Função cerebral para o homem de hoje

Realizado após: Carta de autorização, firmada pela namorada ou esposa, juntamente com a carta de confirmação de já ter feito antes o curso: "Eu não sou o único, nem o mais importante e reconheço meus limites".

CURSO LIVRE – UNIVERSIDADE HOMEM DE SÁ
- Curso: Adequando o homem a realidade



Experiências:
Sobrevivente da desestruturação de um Lar.
... de 1993 a 2010

Criação de animais
... de 2000 a 2010

Bom de cama - [Exímia performance 'Prática' em dormir]
... de 1983 a presente data

Uso do computador
... de 1996 a 2010

Prática em direção
... de 2004 a 2010


Informação pessoal:
Considero-me com aparência estética confortável, satisfeito com minha condição costumo habilmente sorrir e mantenho-me sério nos demais momentos. Capaz de transmitir segurança, atuante de forma carinhosa e atenciosa, observo pequenas diferenças, elogio e presenteio quando há merecimento. Possuo tom de voz firme e sou fiel aos princípios pessoais e cabíveis da sociedade. Guardo um pouco de mistério, eclético músical e curioso quanto às expressões culturais, há sensibilidade em mim e sou obstinidado às propostas. Praticante não habitual de danças porém de exercícios físicos variados, possuo folego, energia e bom ânimo preservados durante horas.


ORIGINAL - Resolução in [própria] !

Olá pessoas, resolvi aprimorar um pouco mais das ideias e tentar um novo tipo de interação. Tentei rabiscar um contexto qualquer que vivia e encaminhá-los a duas possibilidades. Solicito que escolha e não seja curioso quanto a outra. =)


Entristecido,

Fez piada de si, para achar graça com os outros. Resolvendo por desistir. Com o que restava, uma forma qualquer, vivia, vidas de outrem. Esqueceu-se da própria... fez-se chiste novamente...

Da própria vontade, perdia, buscava forças para erguer asas, de outros ... INCAPAZ ... entretando, falava do próprio. Sua estrela de um cinza céu, INCABÍVEL de brilhar. Não reflete nos seus olhos sonho algum. De só incoerências, não reluz.

Houve vida bem reduzida, contava o cronômetro. Perde-se tempo, perdeu-se em oportunidades... Denota o fim, conota um próximo passo. Dois próximos passos.


Pôs-se em dúvida com as escolhas, procurava não condenar sua alma.



[Escolha e clique em um final abaixo, É para clicar!!!]

" Sentiu-se mais humano, proporcionalmente a limpeza que veio após o banho. Sentia-se feio, fez a barba, pouco mudou, apenas acrescentou dor facial. Foi à rua, buscou alívio...


" Tenta achar que não é assim tão mau, exercita a paciência... guarda os pulsos para o final, saída de emergência ... " Pulsos - Pitty


[Dúvida, por Mininu Nu]

Final 1



Anestesiou-se com o que a rua oferecia, àlcool, cigarros e garotas, aliviou-se... fez esquecer sua existência novamente, retornou ao ciclo. Não esperava ser comovente, apenas buscava oportunidade de ser... [por raiva, vingança, egoismo...]


Melhor do que eles.



Final 2


[afinal esse é o final do post]

Suicidou-se, julgou que sua poesia teria assim mais sentido. Após a morte talvez fosse reconhecido. Enquanto agonizava deixou um comentário.




Por quê o homem tem mais é que pagar o motel

O texto é uma verdadeira obra.



"Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. Durante muito tempo, fiquei achando que eu era uma estressada maluca que não sabia lidar com isso, mas conversando com diversas pessoas, cheguei à conclusão de que esse estresse é um denominador comum a quase todas as mulheres, ainda que em graus diferentes (ou será que sou eu que só ando com gente estressada?).
O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam o que se passa nos bastidores.

Você, mulher, está flertando um Zé Ruela qualquer. Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor um jantar. Pronto, acabou seu último minuto de paz. Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo 'Vamos jantar amanhã?'. Você sorri e responde como se fosse a coisa mais simples do mundo: 'Claro, vamos sim'.
Começou o inferno na Terra. Foi dada a largada. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar em tudo que tem que fazer para estar apresentável até lá. Cancela todos os seus compromissos canceláveis e começa a odisséia.

Evidentemente, você também para de comer, afinal, quer estar em forma no dia do jantar e mulher sempre se acha gorda. Daqui pra frente, você começa a fazer a dieta do queijo: fica sem comer nada o dia inteiro e quando sente que vai desmaiar come uma fatia de queijo. Muito saudável!

Primeira coisa: fazer mãos e pés. Quem se importa se é inverno e você provavelmente vai usar uma bota de cano alto? Mãos e pés têm que estar feitos - e lá se vai uma hora do seu dia. Vocês (homens) devem estar se perguntando 'Mão tudo bem, mas porque pé, se ela vai de botas?'

Lei de Murphy. Sempre dá merda. Uma vez pensei assim e o infeliz me levou para um restaurante japonês daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Tomei no cu bonito! Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cascuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon!

Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão é pé, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. OBS: Isso me emputece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o desgraçado vai reparar justamente onde? Na porra do pé! Isso é coisa de... Melhor mudar de assunto...

As mais caprichosas, além de fazer mão e pé, ainda fazem algum tratamento capilar no salão: hidratação, escova, corte, tintura, retoque de raiz, etc. Eu não faço, mas conheço quem faça. E nessa se vai mais uma hora do seu dia.

Dependendo do grau de importância que se dá ao Zé Ruela em questão, pode ser que a mulher queira comprar uma roupa especial para sair com ele. Mais horas do seu dia. Ou ainda uma lingerie especial, dependendo da ocasião. Pronto, mais horas do dia. Se você trabalha, provavelmente vai ter que fazer as unhas na hora do almoço e correr para comprar roupa no final do dia em um shopping.

Ah sim, já ia esquecendo. Tem a depilação. Essa os homens não podem nem contestar. Quem quer sair com uma mulher não depilada, mesmo que seja apenas para um inocente jantar? Lá vai você depilar perna, axila, virilha, sobrancelha, etc. Tem mulher que depila até o cu! Mulher sofre! E lá se vai mais uma hora do seu dia.
E uma hora bem dolorida, diga-se de passagem. Parabéns, você conseguiu montar o alicerce básico para sair com alguém. Pode ir para a cama e tentar dormir, se conseguir. Eu não consigo, fico nervosa. Se prepare, o dia seguinte vai ser tumultuado. Ah sim, você vai dormir, COM FOME. A dieta do queijo continua.

Dia seguinte. É hoje seu grande dia. Quando vou sair com alguém, faço questão da dar uma passada na academia no dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para emagrecer, é para deixar minha bunda e minhas pernas enormes e durinhas (elas ficam inchadas depois de malhar). Mas supondo que você seja uma pessoa normal, vai usar esse tempo para algo mais proveitoso.

Geralmente, o Zé Ruela não comunica aonde vai levar a gente. Surge aquele dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber. Aliás, ele não vai perceber nada. Você pode aparecer de Armani ou enrolada em um saco de batatas, tanto faz. Eles não reparam em detalhe nenhum, mas sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê).

Mas, é como dizia Angie Dickinson: 'Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens'. Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não reparem. E não adianta pedir indicação de roupa para eles, os malditos não dão sequer uma pista! Claro, para eles é muito simples, as Madames só precisam tomar uma chuveirada, vestir uma Camisa Pólo e uma calça e estão prontos, seja para o show de rock, seja para um fondue.

Nesse pequeno cérebro do tamanho de um caroço de uva só existem três graduações de roupa: Bermuda +Chinelo, Jeans + Pólo, Calça Social + Camisa Social. Quando você pergunta
se tem que ir arrumada é quase certo que Madame abra a boca e diga 'sei lá, normal, roupa normal'. Eles não sabem que isso não ajuda em nada. Escolhida a roupa, com a resignação que você vai errar, para mais ou para menos, vem a etapa do banho.

Para mim é uma coisa simples: shampoo + sabonete. Mas para muitas não é. Óleos, sabonetes aromáticos, esfoliação (horrível que seja com 's', né? deveria ser com 'x'), etc. E o cabelo? Bom, por sorte meu cabelo é bonzinho, não faz a menor diferença se eu lavar com um shampoo caro ou se lavar com Omo, fica a mesma coisa.

Mas tem gente que tem que fazer uma lavagem especial, com cremes e etc. E depois ainda vem a chapinha, prancha e/ou secador. Depois do banho e do cabelo, vem a maquiagem. Nessa etapa eu perco muito tempo. Lá vai a babaca separar cílio por cílio com palito de dente depois de passar rímel. Melhor nem contar tudo que eu faço em matéria de maquiagem, se não vocês vão me achar maluca, digo, mais maluca. Como dizia Napoleão Bonaparte, 'Mulheres tem duas grandes armas: lágrimas e maquiagem'. Considerando que não faço uso das primeiras, me permito abusar da segunda. Se você for uma pessoa normal, não perde nem vinte minutos passando maquiagem.

Depois vem a hora de se vestir. Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. É sério, no dia anterior o corpo estava lindo e no dia seguinte... PORCA! Não sei o que é (provavelmente nossa imaginação), mas eu juro que acontece. Muitas vezes você compra uma roupa para um evento, na loja fica linda e na hora de sair fica um cu. Se for um desses dias em que seu corpo está um cu e o espelho está de sacanagem com a sua cara, é provável que você acabe com uma pilha de roupas recusadas em cima da cama, chorando, com um armário cheio de roupa gritando 'EU NÃO TENHO ROOOOOUUUUUPAAAA'.

O chato é ter que refazer a maquiagem. E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar, a calça perfura o pâncreas. Ok, você achou uma roupa que ficou boa. Vem o dilema da lingerie. Salvo raras exceções, roupa feminina (incluindo lingerie) ou é bonita, ou é confortável.

Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método anticoncepcional. Você pensa 'Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se foda'. Você veste a calcinha. Aí bate a culpa. Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou estar bem vestida a sofrimento. Aí você começa a pensar 'E se mesmo sem dar para ele, ele pode acabar vendo a minha calcinha... Vai que no restaurante tem uma escada e eu tenho que subir na frente dele. Se ele olhar para essa calcinha, broxará para todo o sempre comigo.'.

Muito puta da vida, você tira a sua calcinha amiga e coloca uma daquelas porras mínimas e rendadas, que com certeza vão ficar entrando na sua bunda a noite toda. Melhor prevenir. Nessas horas a gente emburrece e acha que qualquer deslize que fizer vai espantar o sujeito de forma irreversível.

Os sapatos. Vale o mesmo que eu disse sobre roupas: ou é bonito, ou é confortável. Geralmente, quando tenho um encontro importante, opto por UMA PEÇA de roupa bem bonita e desconfortável, e o resto menos bonito mas confortável. FATO: Lei de Murphy impera. Com certeza me vai ser exigido esforço da parte comprometida pelo desconforto. Ex: Vou com roupa confortável e sapato assassino. Certeza que no meio da noite o animal vai soltar um 'Sei que você adora dançar, vamos sair para dançar!

Eu tento fazer parecer que as lágrimas são de emoção. Uma vez um sapato me machucou tanto, mas tanto, que fiz um bilhete para mim mesma e colei no sapato, para lembrar de nunca mais usar!. Porque eu não dei o sapato? Porra! Custou muito caro. Posso não usá-lo, mas quero tê-lo. Eu sei, eu sei, materialista do caralho. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica.

Enfim, eu sei que existem problemas mais sérios na vida, e o texto é em tom de brincadeira. Só quero que os homens saibam que é um momento tenso para nós e que ralamos bastante para que tudo dê certo. O ar de tranqüilidade que passamos é pura cena. Sejam delicados e compareçam aos encontros que marcarem ok? E se possível, marquem com antecedência, para a gente ter tempo de fazer nosso ritual preparatório com calma...

Apesar do texto enorme, quero deixar claro que o que eu coloquei aqui é o mínimo do mínimo. Existem milhões de outras providências que mulheres tomam antes de encontros importantes: clarear pêlos (vulgo 'banho de lua'), fazer drenagem linfática, baby-liss... Enfim, uma infinidade de nomes que homem não tem a menor idéia do que se trata. Depois que você está toda montadinha, lutando mentalmente com seus dilemas do tipo 'será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar...' começa a bater a ansiedade. Cada uma lida de um jeito. Eu, como boa loser que sou, lido do pior jeito possível. Tenho um faniquito e começo a dizer que não quero ir.

Não para ele, ligo para a infeliz da minha melhor amiga e digo que não quero mais ir, que sair para conhecer pessoas é muito estressante, que se um dia eu tiver um AVC é culpa dessa tensão toda que eu passei na vida toda em todos os primeiros encontros e que quero voltar tartaruga na próxima encarnação. Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta me acalmar. Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o filho da puta liga e cancela o encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?'. Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico puta, puta, PUTA da vida! Claro, na cabecinha deles não custa nada mesmo, eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro deles.

Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido... Nunca ousariam remarcar nada. Se fode aí! Vem me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo desmaiar de fome, é questão de vida ou morte a porra do jantar! NÃO CANCELEM ENCONTROS A MENOS QUE TENHA ACONTECIDO ALGO MUITO, MUITO, MUITO GRAVE! A GENTE SE MOBILIZA DEMAIS POR CAUSA DELES!

Supondo que ele venha. Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume, escova os dentes e vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata 'MMM... ta cheirosa!' (tecla sap: 'Passou muito perfume, porra'). Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que você é assim ao natural. Eu não ligo, acho homem que repara muito meio viado, mas isso frustra algumas mulheres. E se ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com a calcinha e nem ver. Pois é, Minha Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no rego (que por sinal custou muito caro) para nada.

Homens, vocês sabiam que uma boa calcinha, de marca, pode custar o mesmo que um MP4? Favor tirar sem rasgar. Quando é comigo, passo tanto estresse que chego no jantar com um pouco de raiva do cidadão. No meio da noite, já não sinto mais meus dedos do pé, devido ao princípio de gangrena em função do sapato de bico fino. Quando ele conta piadas e ri eu penso 'É, eu também estaria de bom humor, contando piada, se não fosse essa calcinha intra-uterina raspando no colo do meu útero'. A culpa não é deles, é minha, por ser surtada com a estética.

Sinto o estômago fagocitando meu fígado, mas apenas belisco a comida de leve. Fico constrangida de mostrar toda a minha potência estomacal assim, de primeira. Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca.

Nem sequer entrei no mérito do DINHEIRO. Pois é, tudo isso custa caro. Vou fazer uma estimativa POR BAIXO, muito por baixo, porque geralmente pagamos bem mais do que isso e fazemos mais tratamentos estéticos:

Roupa .........................................................R$80,00
Ligerie.........................................................R$50,00
Maquiagem.................................................R$50,00
Sapato..........................................................R$80,00
Depilação.....................................................R$50,00
Mão e pé......................................................R$20,00
Perfume.......................................................R$80,00
Pílula anticoncepcional...............................R$40,00

Ou seja, JOGANDO O VALOR BEM PARA BAIXO, gastamos, no barato, R$400 para sair com um Zé Ruela. Entendem porque eu bato o pé e digo que, homem TEM QUE PAGAR O MOTEL? A gente gasta muito mais para sair com eles do que ele com a gente!

Ass: Solteirx e Convictx
[Aprendendo com elas, Por Mininu Nu]

Crônica [parte A-3/3]

- Pretende então definir que tipo de relacionamento é o nosso, por isso esta conversa?

- Talvez, mas tenho certeza que você não passará de ilusão, nunca se tornará real, e assim a quero. O nosso relacionamento não há ainda definição, só é notório que precisamos de um ao outro, porque temos problemas a enfrentar e duvidas a cessar. Mas, precisamos também parar de correr, e sim andar. Quem sabe precisamos somente de reflexão, emoção e pouca razão?

Estou confusa e sabe bem, que agora tenho um aperto no peito, que diz para a razão não tomar o controle da situação, muito menos a emoção. Seria o equilíbrio a minha solução?


- Acredito que esteja descrente de você. E busca não só em mim, mas em qualquer refúgio desculpas ou razões. Pretende abafar a emoção que até então não deveria ter. Sente-se só pelo percurso. Desejas conhecer outro mundo, mas tem dúvida, na verdade tem medo.
Ofereço a minha mão, tome-a quando o desejo aparecer, e a visitarei de imediato toda vez que precisar. Aviso apenas que certamente teu corpo terá lembrança do que vai abdicar e se tornará ao invés de Anjo, estrela, menina, será mulher.

# Encerramento

Pela forma dita, sentia ela como quem vivera próxima àquilo, corroia o peso e a força da indecisão sobre o que pretendia, saberia que não mais poderia confundir o que é real e o que era intenção...
Derradeira seria a vontade de ela nele, de cair, caso houvesse solução.
No ritmo imposto não se teriam, nem ela, nem ele.
Seguia, sem pecado, inveja, mas com dúvida, não sabendo decidir, jogando de maneira covarde.
Buscando o alívio viciante em um não anjo, que no futuro poderá não gostar.

Da ausência que ele poderia preencher, faria interessante a vida. Saber o relacionamento incomum, próprio, com vínculos que não só de vida, mas morte. Ofereceu-a cair, conhecer outro mundo, prometendo que neste não ficaria só.


[To be continued]
[Crônicas de Stella Maris & Mininu_nu]

Crônica [parte A-2/3]

Questionaria ele a ela, qual a missão?
- Quando por acaso caiu, deveria ter lido o contrato com atenção. Você veio para ajudar? Então observe, bem que não será fácil, o que provarás e há de aprender.

- Que Injusto. Eu quero ser ajudada e não ajudar. Responde ela.

- Tenho uma idéia oposta! Deves sim ajudar, ou pelo menos tentar. Já eu, não saberia ajudá-la, tampouco a qualquer outro, que valeria a vida, estou aqui eu para causar dor e sofrimento, por curiosidade minha ainda não o fiz a você. Mesmo que tenha tempo não trarias benefício algum à minha missão.

- Olhe só, todos nós machucaremos pessoas ao nosso redor, principalmente as que mais amamos.

- Não machucamos por desejo, mas por descaso, distração, infelicidade, burrice. Agora a verdade, és uma estrela? E de onde você veio?

- Vim do céu, vivia ao lado de, é como outro planeta, sim.

- Sinto muito, creio que não seja eu, do céu. Apesar de a presença causar impacto. Fez conhecimento que não pertencia a este lugar. Quantas vezes se sentiu destacada? Solitária?

- Hoje, exatamente 12h45min. Uma maldição sua!?

- É possível pela proximidade, pelo laço que nos une e pelo "cimento" que nos prende. Mas veja, eu avisei. Dor e sofrimento, causo eu aos outros.
#####[Descrever de melhor forma, as agonias / omissão]

- Eu também já causei sofrimento e dor não só a mim como aos outros também.

- Duvido, mas sendo assim, péssimo lugar escolheu para aterrissar, ou será que eu, ao escavar a terra, posicionei-me mal, e vim emergir em péssimo local?

- Como escavou a terra? Veio por acaso do quinto dos infernos?

- Talvez, não saberia dizer, lá embaixo não possuímos e não funcionaria qualquer tipo de GPS =) mas, Ora, ora, Eu e Você; Anjo e não anjo. Não gosto da palavra exata o qual poderia descrever-me. Diga-me...

- Diga você!

- Eu? Não sabia da preguiça, pecado! Um dos sete os quais me exercito. Que tipo de não anjo seria se bem disposto for?

- Não sou anjo, nem você não anjo.

- Pobre, ainda a iludir a si! Típico de anjos, humildade, discrição e outros comportamentos inúteis. Ainda julgaria uma curiosidade minha, acho a palavra tão bonita, ainda que pouco saiba sobre ela.

- Seria?

- A curiosidade é que nunca vi anjo, a palavra é bipolar. Então, pare! Não adiantaria esconder-se nesta carcaça humana, é impossível não deixar transparecer seu interior. A luz, em mim incomoda. Então de uma vez, revele-se para mim. Sem "roupa de preferência", em sua forma real, ao natural as batalhas são mais belas.

- Não o farei, ainda não é hora de luta. Ainda questiono o que faço aqui. É que, ultimamente as pessoas não sentem minha ausência. Porque sim, posso eu estar aqui neste mundo contraditório, mas meu corpo pode estar nas nuvens ou até mesmo na lua. Enquanto aqui não supre minhas necessidades, sou obrigada a me refugiar no universo. Por isso, faço longas viagens entre a Via-Lactea. Minhas dúvidas estão à flor da pele.

- E buscas conhecer o outro lado? Entender a si? Conhece uma história que diz a maçã, recomendada pela serpente com a promessa de conhecimento e nunca mais dúvidas? Deixe-me dizer que não existe o que você busca, em mim. Meus sentimentos jamais virão a Flor, nem a pele. Não sou maçã, nem pêra, qualquer tipo de vida grotesca. Sou ausência. Sei bem o que ocorre entre dois seres, quando a ausência vem instalar.
Põe a prova os amores, traz com ela dúvidas e certezas, excitação e desprezo, desejo e acomodação, segurança e insegurança... provas irrefutáveis de sentimento, de humanidade.

Crônica [parte A-1/3]

1. Descobrindo o interior
a. Prólogo

# Local

Era próximo do término do dia, o céu já escurecia, poucas nuvens pairavam, ainda assim o brilho das estrelas era fraco, havia neblina subindo com o vento e assobiando pelo local alto que era, tornando o clima frio, porém agradável, na entre-luz a vida gritava, acendiam e ascendiam, grilos e vaga-lumes, e uma coruja anuncia o início da noite. A grama úmida e baixa formando um círculo, como uma praça, outras plantas de tamanhos variados ao redor, a terra macia as abrigava e acolhia quem estivesse no ambiente, vivo ou não. Iluminados pela Lua.

# Introdução ao diálogo

Naquele local, dois seres, ali [estagnados, estáticos], fitam o olhar um do outro, e em instantâneo reconhecimento de que não pertenciam àquele lugar. De iniciativa mútua, aproximaram-se eles e durante o percurso pouco olharam um ao outro, porque nesse momento o importante não era o físico, a beleza, o corpo esbelto ou não, os cabelos despenteados e ao vento. E então preservaram suas identidades, eram até então, compreensivos com o que e quem estava à frente.

Não foi necessária a apresentação, estavam livres de qualquer preconceito, não havia inibição alguma. Como já íntimos, em pouco mais de algumas horas conversaram.

# Diálogo

- "Dizia em voz baixa, como em sussurros para o vento: "São coisas ruins, que não merecem minha lembrança. É porque é doloroso lembrar. Arrancá-las de mim machucaria, sou fraca diante de qualquer olhar apurado. Não compreendo...”

Abafou a voz e o que não merecia lembrança, sufocou todo o tumulto no que julgava ser a
escuridão de si. E de repente, de forma similar a letal, deixou escapar toda a escuridão, como se fosse libertar do âmago a iluminação.

Postagens...

Eu tive uma aula, em que me iluminou escrever... cometaram também sobre as injustiças e outras concepções da vida... obvio que passou pelo início, em alguns pontos de vistas... e hoje no trabalho, resolvi escrever... a menina ao lado, curiosa queria ler... disse-me coisas bonitas... e acabei por dizer: "interessante, um dia escrevo isso e sobre você". Ela fez de maneira positiva....

... Pediu ela para ler... entreguei o papel, e continuei a escrever outras coisas, vez em quando, trabalhava... ela me rabisca o meu original em papel... COM CANETA... e escreve assim, "Bom não entendi o objetivo de sua viagem no tempo? e o pior por qual objetivo! - rabiscou uma assinatura e o que quis dizer... com isso... há significado? acho que não... mas... legal... [Obs.: Eu corrigi para escrever aqui...]

>>Deixei pra lá... ainda assim com raiva, "ESCREVERAM NO MEU ORIGINAL !!!" <<<

não é, era só um papel; é uma folha de papel A4, devidamente dobrada e rasgada ao meio, branca em sua maior parte, com detalhes de envelhecimento e poeira, escrita a caneta de tinta azul, palavras de sabedoria e interpretação, com rabiscos e alterações, tudo feito ali, na frente e no verso ocupado e ao final, assinado! Como poderia ser só um papel? Esse, pobre, foi violado... =(

Ficaria com ele? [2]


e daquele grupo par ao retornar, Faziam inverso o caminho, e lá naquele mesmo lugar outra pessoa encontraram....

... Do mesmo corpo alto as características haviam mudado, os músculos ainda que curtos agora apresentavam tensão; a pele tornou-se avermelhada, como de quem tem raiva; o cabelo permanecia o mesmo; e o rosto agora possui uma feição fechada, pesada; os olhos transmitiam mistério e ódio e da cor escura o obscuro interior de um ser; o nariz agora apontava para cima; os lábios prestavam a apertar-se contra si.

E não haveria ninguém para chamar-lhe, já não poderiam reconhecer.
Aquele que estava ali se apresentava como fortaleza, na defensiva, uma barreira contra qualquer sentimento, contra fraquezas. É certo que não sofreria por nenhum problema mal resolvido... por nenhuma paixão, seria difícil, quem poderia querer... Texuco Blanche Castelan Marris[?]
O pouco tempo que esboçava um sorriso, um vestígio de alegria, perdia-se, recaia breve a amargura de um conhecido dele muito próximo.

E levava a vida com um bordão, "você vai sobreviver", dizia a si e ao Rodrigo. Vivia de modo para que fosse certa só a forma de sobreviver, que pudesse ter força e corpo, incorporar, tornar a estrutura de jeito a conseguir guiar... sobreviver.

E assim, durante aquele espaço de tempo, conheceram Mininu Nu.
Pensaram então em não mais olhar, mas do grupo de um par, alguém olhou, e não saberia julgá-lo...


[Poderia tentar?]


[Pensando em mim, por Rodrigo Cavaleiro]
Leia também: http://vocevaisobreviver.blogspot.com/2009/11/ficaria-com-ele.html

Mate: gelado, puro, pequeno.

Hoje fui ao cinema assistir Lua Nova, a continuação do Crepusculo.
O veria em casa, baixado da internet, piratão, mas o fiz no cinema. Pq? Resposta: Joanecléia.
Inventei até um cordel na volta pra casa, besta, espero coloca-lo em .Mp3 e cantá-lo aqui.

Mas, sem colocar o carro na frente dos bois, começa assim.

Em uma conversa muito tempo atrás, perguntei se a Joanecléia gostaria de ir ao cinema, comigo.
Ela fez que, poderia ser. E eu animado, esperei anciosamente, contando os segundos para a estréia do filme que seria, um mês depois... obviamente na metade eu já havia esquecido. Detalhes... detalhes...

Na segunda acho que a convidei, e na terça, minha folga, fomos nós. Na verdade fomos nos encontrar.
A primeira visão minha, dela: no ponto de ônibus perto de um poste, a luz caia bem sobre ela, com o celular na mão e cabelo preso, que eu não gosto, mas nela fica lindo... a palida que só, nem parece ser carioca. E putz, magrela... [chega de elogios, ela disse que iria ler... e eu, sou tímido]

Entrou no carro, e eu fiquei torcendo pra ganhar um beijo, queria matar a saudade, sentir o cheiro.
[Obs.: no filme o mocinho que não é mocinho, é fascinado pelo cheiro, quero deixar bem claro que a 6 anos atrás, quando Joanecléia veio a instalar-se em minha mente, Crepusculo, não existia...]
Ela não o fez... e eu fiquei remoendo aquele não cumprimento, até que já não sabia por qual caminho ia, dirigindo a noite, meio cego, meio surdo, meio lerdo, quase burro... acertei disfarçando bem... enquanto contava ela sobre o desejo de comprar um Mp3, que seja pequeno, mas que não seja Shuffle, que grave bem, que seja bonito, que tenha presilha...

Chegando ao tal shopping após um pequeno tempo de conversa, a sessão[?] iniciaria 1h após aquele momento. Fomos dar o famoso, rolé... Ela queria comer, e dai veio o título do Post.

Análisada todas as opções, ela decidiu por comer pão de queijo... perguntei o que ela gostaria de beber... Elá respondeu, Mate: gelado, puro, pequeno.
Tudo para mulher deve ser uma odisséia!!!
Durante o consumo do mate, pão de queijo e da minha lata de Citrius Swepes [que eu não sei escrever]... ela me contou do desejo de comprar um caderno para anotações, mas não era um caderno qualquer... era um caderno com fecho, que não tenha pauta, que seja pequeno, que pareça uma agenda, mas não seja, que seja bonito, e que tenha uma marca estranha que começa com M que não faço idéia do que seja...

A verdade é que tudo nela, é fascinante...
Inclusive eu deixei de olhar para a vendedora de óculos de marca que estava de vestido, que estava de pernas abertas e que estava na mesa de frente comendo trakinas de morango... Sim, ela fez isso com um sorriso, apenas.

Depois da conversa, até procuramos o tal caderno. Mas essa parte não é importante.
Entramos no cinema logo em seguida, achamos nossos lugares, e assistimos o filme.
Fiquei 80% do tempo querendo olhar pra ela, e 20% vendo o filme, que inclusive, já terminou o download.
Já falei do sorriso?

Durante o filme, eu estava inquieto, é pq a fisionomia dela, tão simples, me atraia demais... Balancei todas as pernas, me virava e contorcia, e tentava não olhar...
Após o filme, o caminho de casa...
Normal, só uma volta, pouca conversa, sem transito...

Só fiquei a pensar:
Ela gosto de coisas objetivas, as 6 palavras resumidas seriam: Eu gosto de você para caralho...
A segunda coisa pensante: ' ela nem vai dar bola... '
A terceira seria, pq diabos no mundo, ela é a única mulher que eu tenho medo?

Sim... não houve mais nada que eu queira recordar, e o cordel ficou só na imaginação...
Mas, na despedida ela me deu um beijo na bochecha, depois eu segurei o braço dela, e senti o cheiro...
Acabei por exclamar que era uma delícia, doce, cheirosa... Ela fez menção de dizer algo, mas evitou por saber que eu provavelmente não gostaria de ouvir... era algo sobre um amigo dela e o cheiro que ela tem.....
Incitou-me revolta, mas preferi deixar para lá, e seguir.


Todas as pessoas a olharam durante aquele dia, tanto que ela havia até perguntado se havia a maquiagem borrado... mas não... ela é assim mesmo.... linda...
No final da noite, eu pensava nela, e em mais um detalhe, concreto que eu espero: Castelan.

Agora, cordel...

1. Cordel
a. Contos para não acreditar


- O conta da menina -

Conto a história da menina, que tão linda era,
e de tão, fazia dela mentira, inverdade inegável!
Seria sonho, pecado, ilusão, miragem, se fosse...

Mas se fosse verdade, e um beijo eu ganhasse,
Eu acho que nem mesmo eu acreditaria...
o conta da menina, que era tão linda...

Era ela folclóre, dessas histórias que se contar não acredita...
Tem que ver para crêr, e ter sorte...
Pro cinema, mais ainda... Nunca vi na vida...
Alguém dizer pra mim, um SIM assim!

E quem acreditaria, que aquela pessoa linda ficasse perto de mim.
E imagina ainda um beijo, e já não possuía jeito,
e não sabia o que fazer,
se até o gosto era diferente, não sabia,
se a beijava de lingua ou mordia...
E eu já perdido, naquele beijo... naquele beijo eu morria...
Mas era mentira, não aconteceu...



"Que por aquele beijo, eu moveria uma nação
Por aquela menina, faria traria o céu que ali, está acima.
Só não lhe mato um dragão, pois respeito a vida, e evito a fadiga."

[Cordeliando Pelado]
[Por Mininu Nu]

Testamento, Morreria comigo ?

As informações que recebo de manhã...
Logo ao acordar tenho dificuldade em diferenciar o real do fictício [imaginário - "ficticionário"]
Como exemplo, o "apagão" em todo Brasil parecia imaginário, mas a batida de abacaxi esperando-me na geladeira deveria ser real!

"Triste, era ser a verdade o oposto, a batida não existia e o apagão era real; [não] encontrei-me [estava escuro], sem luz e comecei este post em papel e caneta."

"Por isso temendo as surpresas que essa cabeça me apronta, num momento de lucidez [ao menos esperando isto real], escrevendo meu testamento, prevenindo o futuro de maus momentos..."



TESTAMENTO PARTICULAR:


Eu, Rodrigo Cavaleiro, de alcunha Mininu Nu, brasileiro, humano até que se prove o contrário [e como todos, um pouco doido, descrição], domiciliado e residente nesta cidade, Rio de Janeiro, vindo de um pai e nascido de uma mãe ainda vivos na presente data, filho, amigo, colega, de ainda vivos e outros já falecidos, solteiro que buscava compromisso, casado enquanto vivia com a alegria, e sem essa veio a ausentar-se deste mundo, ter com Deus, por isso posto, venho declarar os bens.

Livre de qualquer induzimento ou coação, resolvo lavrar o presente testamento, público para dispor de meus bens para após a minha morte [se é que não já estou].
Para meu testamenteiro, nomeio os blogueiros do selo abaixo e os recomendados, qualificado, ao qual peço que cumpram e façam cumprir as presentes disposições de minha última vontade.

- Saibam, tantos quantos virem - este público instrumento particular, ou deles tiverem notícias, que: estes dias destes meses do ano de dois mil e muitos, que escrevo, e as testemunhas idôneas, idosas, idiotas, idílio, ou nem tanto nenhuma das opções, que a final nomeadas ao nascer por seus próprios pais e ao final assinadas em comentário, expressam convocadas a assistirem este ato.

Reconhecido de mim pelos próprios vocês, dou fé e a alguns dou dúvida, e das mesmas testemunhas, perante as quais, encontram-se em seu perfeito juízo e entendimento [assim espero].
Dito que desejava fazer o meu testamento, e minhas notas, as declarações, última vontade, conforme minuta, tal como nela se contem e se concretizam nas disposições seguintes: (dispor a respeito do patrimônio ou fazer outras disposições); o Sr. Mininu Nu. Aqui se declaram, o derradeiro e legitimo desejo.


Em vida, tive muito não, mas vim a desfrutar do pouco conforme se seguiu a vida. Ao que pareço velho, com textos e poesias, diferente do mundo atual moderno, concreto e frio.
Sem delonga passo a descrever o que me resta, neste tão longo e breve tempo de vida, e é para isso que estão aqui, vocês:

- Para deixar meu laptop, busquei na mente alguém que o fizesse uso e não o tivesse. Escolhi então meu pai.
- Meu celular, que já foi instrumento de desejo de salteadores e facínoras, reservo a rifa entre os nomes lá de baixo, para quem deixo saudade e, finalmente um celular.
- Meus monitores, que acumulei a fim construir uma LanHouse, deixo as ONG´s quaisquer que possam servir a ensinar.
- Minhas roupas, ao exército da salvação devem doar.

Por antes do término de meus bens, gostaria de dizer-lhes o seguinte:

Deixarei para alguns saudade, e certamente esperaria que a tivessem. Para outras, certamente mais, deixarei a lembrança, são estas que descrevo: Castelan, Maureen, C. Lima, C. Martins, Maris, Scomação, Barreto, Moacir, V. Camões, J.Veras, E. Fontelene, Arjuna e de todas elas, mesmo os que poderiam ser vistos masculinos, assim descrevo mulher. Deixo a saudade, que aperte vossos corações e que guardem de mim a lembrança, e que pelo menos as boas, pois apesar de poucas haveriam de existir.


Também a essas, deixo um tão incrível item. O que de mais valoroso e arduo tive em vida! Para vocês acima, deixo minhas dívidas...


E sem mais restar, o livro, deixo [`]a humanidade...
Para que um dia olhem para ele, só ele famoso [visto que estarei morto], com alegria!


Nada mais tendo a lavrar, dou por encerrado o presente testamento.
Estando EU em perfeito juízo e em pleno gozo de minhas faculdades intelectuais, na presença de testemunhas a seguir, qualificadas:
Das testemunhas,
Para servir de testemunha, comente no post...

Bárbara Maureen

E você é:

- De pele lisa, esticada, da cor não sei dizer, um tôm palido, desbotado, sem sol certamente, do corpo magro, não muito alto, não saberia também dizer o quanto, da altura dos meus ombros, braços finos e frágeis, pernas longas e com detalhes nas devidas proporções, seus pés pequenos, sua curvatura de cintura e quadril, acompanha bem o volume de sabe bem o que digo... dos seios, seriam sim perfeitos e sinto muito se é indiscreto, muito direto ou obsceno... deveria descrever sim teu corpo, mas há ainda características importantes, não pense que esquecerei...

Das tuas mãos, ambas com 5 prolongamentos articulados, incertezas e inseguranças, traz em mim desejo. E a veria alisar o cabelo, comprido, onde certamente embolaria, aí sim, meus dedos, me perderia no comprimento iniciado na testa a abaixo do queixo, extenderia ainda, pelo restante de seus cabelos até a metade de suas costas, livraria seu rosto desses, para que pudesse olhar seus olhos, e que embassado fica o mundo ao redor, é a luz que transmite e ilumina o interior perdido da minha alma, arrendodados e caramelos...

Ah, mas não só isso queria comentar, gosto também de suas orelhas preguiçosas, tem lóbulos moles é um agrado brincar, das bochechas que acompanham o rosa, vem ressaltar o nariz, batata, mas ainda um nariz, e todos eles só vêm dizer e mostrar - TEU SORRISO - perfeita e bela arte, esculpido em dentes brancos e metal, e boca larga, com lábios igualmente largos, mas finos, com uma extensão perfeita para um beijo, que tanto gostaria de ter...

Ah como gostaria...
Báh, essa é você...

[Pensamentos em Bárbara por Mininu Nu]

Ficaria com ele?


... e seguia o grupo pelo caminho, olharam par ao lado e de lá surgia:
um rapaz lá longe, vinha se aproximando, era alto, talvez uns 15cm a mais que você; não possuia rigidez nos músculos; tinha pele morena, puxada para o claro, amarelo; do cabelo, crespo, negro, curto, que nada se extendia da cabeça preservando um mínimo de limpeza; do rosto fino, olhos escuros e grandes, com um estilo peixe morto, nariz fino e lábios comuns; no peito e barriga, sem pelos e nada mais havia que pudesse descreve-lo até que...

Chamaram-lhe Rodrigo:
Que diziam, louco, por atitudes eternamente positivas; e chamaram-lhe bobo, pelo modo de encarar a vida; descreveram-no simples, com uma honestidade ímpar, que significava que não possuia jeito para a malícia, e tudo nele poderia ver, olhando nos olhos.

Não deixaram de olhar nos olhos, diziam umas que aqueles, eram como se as devorassem, diziam outras que os olhos, janelas da alma, eram grandes e bem abertas portas para o que ele sentia... Mas pelas opiniões diversas pouco se sabia, e ali, uma alma curiosíssima fitou olhar...

Os olhos, já não se mexiam, parecia morto...



[mas na verdade dormia...]

[Pensando em mim, por Mininu Nu]

CTRL+C , CTRL+V


Aqui posto, um texto, cultural... Não é de minha autoria, portanto a referência do título do post.
Espero que gostem, como eu gostei.


Rosebud (o Verbo E A Verba)
Lenine / Lula Queiroga

O verbo saiu com os amigos
pra bater um papo na esquina,
A verba pagava as despesas,
porque ela era tudo o que ele tinha.
O verbo não soube explicar depois,
porque foi que a verba sumiu.
Nos braços de outras palavras
o verbo afogou sua mágoa, e dormiu.

O verbo gastou saliva,
de tanto falar pro nada.
A verba era fria e calada,
mas ele sabia, lhe dava valor.
O verbo tentou se matar em silêncio,
e depois quando a verba chegou,
era tarde demais
o cádaver jazia,
a verba caiu aos seus pés a chorar
lágrimas de hipocrisia.

Pequenos interessantes recebidos...

Eu odeio o "Forward". Mas desse eu gostei...

Estratégia é tudo...

Um senhor vivia sozinho em sua casa.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.

Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:

- Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. Eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu Pai.'


Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
- PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos'


Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:

- Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento.'

Estratégia é tudo!!!
Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.
Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.

"Ter problemas na vida é inevitável,
ser derrotado por eles é opcional"

Contando minhas próprias visitas...

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Moreno, alto, forte, sensual? Sou o reflexo da vontade, da vontade de tentar ser diferente, diferente em mundo convêncional... Eu quero ser...

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