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O monge e o executivo # Parte 2

Finalmente a continuação do tópico: O Monge e o executivo.
Gostaria de explicitar, que no primeiro post, eu havia dito parte 1/3.
Esta será então a segunda... e a terceira ainda demorará outros tantos dias. A terceira parte será para que eu possa tentar recordar o que li, absorver e por em prática qualquer das referências do livro. Neste post, para que não fique por completo vermelho, inverterei, o que for meu vermelho, e o que for livro permanece negro.


O livro traz o amor e como identificar isto na forma de liderança. A liderança pelo poder x liderança por autoridade.
Continuando então:


Alguém estava dizendo que:
- o amor e o que o amor faz! O amor é isso ai...
E que resumimos ações efetivas da seguinte maneira:
Intenção - ação = nada
Intenção + ação = vontade

Não tenho necessariamente que gostar de meus jogadores e sócios, mas como líder devo amá-los. O amor é lealdade, o amor é trabalho de equipe, o amor respeita a dignidade e a individualidade. Esta é a forca de qualquer organização.

“...nem sempre posso controlar o que sinto a respeito de outra pessoa, mas posso controlar como me comporto em relação a outras pessoas.”

Sobre a bondade: seja bom com os outros, a distância que você caminha na vida vai depender da sua ternura com os jovens, da sua compaixão com os idosos, da sua compreensão com aqueles que lutam, da sua tolerância com os fracos e os fortes. Porque algum dia na vida você poderá ser um deles.

Compromisso - ater-se as suas escolhas.

Nossa sociedade descartável...
Todos querem estar envolvidos, mas ninguém quer estar comprometido. Há uma grande diferença entre os dois. A próxima vez que for comer hambúrguer com ovos e bacon, lembre-se disto: a galinha estava envolvida, mas o porco e o boi estavam comprometidos.

Em geral, todos nós sempre visamos estar envolvidos, é uma maneira defensiva de obter algum resultado. Podemos ver, em nossos casamentos, em nossos colégios, em nossos trabalhos, tudo que não possui vínculo com o ‘eu’ de nossos seres egoístas...

A aceitação do positivo e do negativo não se da de maneira uniforme, para cada negativa com uma pessoa são necessárias outras quatro positivas para que os valores voltem a ficar iguais. Pois, você certamente não se lembrara de quantas vezes e quando disseram que te adoram ou amam, mas terá na memória quando comentaram sobre você e disseram que estava gorda.

“A única pessoa que você pode mudar é você mesmo...”
“Todos querem mudar o mundo, mas ninguém quer mudar a si mesmo.”

Para estar em sociedade ou em local de trabalho, em uma entrevista Lou Holtz falou em como conseguia manter o entusiasmo entre sua equipe... a resposta simples, foi que elimina-se os que na são.

Práxis
Substantivo feminino de dois números.
1.Atividade prática; ação, exercício, uso.
2.Filos. No marxismo, o conjunto das atividades humanas tendentes a criar as condições indispensáveis à existência da sociedade e, particularmente, à atividade material, à produção; prática. [Cf. praxes, pl. de praxe.]


"Um sentimento positivo vem de comportamentos positivos."

Nosso comportamento também influência nossos pensamentos e nossos sentimentos. Quando nos comprometemos a concentrar atenção, tempo, esforço e outros recursos a alguém ou algo durante um certo tempo, começamos a desenvolver sentimentos pelo objeto de nossa atenção, ou em outras palavras, nos tornamos 'ligados' a ele.

“Ficamos presos a quem prestamos atenção.”

"fui ao meu psiquiatra - para ser psicanalisado, esperando que ele pudesse me dizer por que esmurrei amos os olhos do meu amor.
Ele me fez deitar em seu sofá para ver o que poderia descobrir...
E eis o que ele pescou do meu subconsciente:
Quando eu tinha um ano mamãe trancou minha boneca num baú, e por isso e natural que eu esteja sempre bêbada.
Um dia, quando eu tinha dois anos, vi papai beijar a empregada, e por isso agora sofro de cleptomania.
Quando eu tinha três anos senti amor e ódio por meus irmãos, e é exatamente por isso que espanco todos os meus amantes!
Agora estou tão feliz por ter aprendido essas lições que me foram ensinadas, de que tudo o que faço de errado é culpa de alguém!
Que tenho vontade de gritar: - viva Sigmund Freud.

[Passagem do livro, comentando sobre a práxis e referenciando a atualidade]

Mas por favor, observem a citação abaixo. Ela deverá ser levada a sério e é basicamente o que precisamos aprender deste post. Logo após uma história interessante, para que possamos definir escolhas e o que fazemos dela ao nos determinamos assim.

O homem é essencialmente auto determinante. Ele se transforma no que fez de si mesmo.
O modo de ser das pessoas "depende das decisões, mas não das condições".


“...Quando eu estava na sexta série, meu professor, Sr. Caimi, proferiu as palavras que naquele momento bateram em mim como as mais profundas jamais ditas.
As crianças da sala estavam reclamando por terem que fazer o dever de casa, e o professor gritou: - Eu não posso obrigar vocês a fazerem o dever de casa!
Aquilo chamou nossa atenção e ficamos quietos.
Ele continuou: - Há apenas duas coisas nesta vida que vocês têm que fazer. Vocês têm que morrer e têm que pagar impostos.

Que coisa, na sexta série, morrer parecia a um milhão de anos de distância e como não tinha dinheiro, não podia pagar impostos. Eu me senti livre.
Quando fui para casa, terça-feira a noite, meu pai disse: - filho por favor leve o lixo para fora. Respondi: - espere um minuto pai, hoje aprendi que só temos duas coisas a fazer na vida, morrer e pagar impostos.
Nunca esquecerei a resposta: - fico contente por você estar aprendendo tantas coisas valiosas na escola. Agora e melhor pegar logo esse lixo porque você acaba de optar por morrer.

Para a moral da estória; há duas coisas a fazer na vida... pagar impostos e fazer escolhas.


[Término da leitura do Livro O Monge e o Executivo, por James C Hunter; textos adaptados]

O monge e o executivo # Parte 1

# Parte 1/3

Li este livro dois anos atrás. Naquele momento o princípio de liderança parecia uma utopia, não estava a ver-me como “chefe” em lugar algum e com a profissão exercida naquela época, poucas possibilidades há de promoção.
Mal soube eu, que eu devo liderar minha vida. E esta parte é ainda mais árdua que as demais.
Segue então, algumas das citações do livro. Que totaliza 7 capítulos, postarei em intervalos de 3, enquanto leio-o e salvo informações.

“As ideias que defendo não são minhas. Eu as tomei emprestadas de Sócrates, roubei-as de Chesterfield, furtei-as de Jesus. E se você não gostar das ideias deles, quais seriam as ideias que você usaria?”

“Estar no poder é como ser uma dama. Se você tiver que lembrar as pessoas que você é, você não é...”

“Se você não mudar a direção, terminara exatamente onde partiu...”


O livro faz referência ao aprendizado e acúmulo de conhecimento [sabedorias], encontrada no modo de vida monástico, que criado no século sexto tem por objetivo a vida equilibrada.
Lembrando que o conhecimento vem das diversas pessoas que aderem ao modo de vida, essas vindas de diferentes lugares, com diferentes culturas e profissões.

Por isso também, os detalhes, não ousaríamos ir a um lugar desses. Mesmo que para buscar ‘O exemplo’. A estranheza do que e novo, afasta-nos de diversos pontos chaves do conhecimento humano, aqui tratado: A liderança, a interação e o ouvir.


“Liderança e a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum...”

“Poder e a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa da sua posição ou forca, mesmo que a pessoa preferisse não fazer...”

“Autoridade e a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influencia pessoal...”


Acrescento que: Ser humilde, é deixar ser ajudado para corrigir o que não se pode enxergar em si, os próprios defeitos. Toda melhora virá conquistada com amor, dedicação e sacrifício.

Palavras fundamentais: Honestidade, Bom exemplo, Cuidado, Compromisso, Bom ouvinte, Confiável, Respeitoso, Encorajador, Positivo, Amável...


P.S.: Ainda um pequeno texto.


E mais uma vez, o Monge encontra seu caminho...

Nas nebulosas estradas da vida, temos a sensação de estarmos seguros, privados de toda forma de ataque e confusão. O monge sabe que isso é uma ilusão...
Até mesmo ele, tendo sua vida voltada aos estudos de sua filosofia, se encontra em determinados momentos envolto no caos planetário. Noticiários de Guerra, morte de crianças, facções criminosas que dominam os presídios, polícia corrupta, políticos ainda mais corruptos, etc.

Isso desperta a tristeza no monge, pois ele sabe que a história de um humano é a história da humanidade.
É nessa hora que ele exerce a Retidão.
Ele utiliza as palavras do Buda: “ No meio da guerra, é possível encontrar a paz, se você souber olhar para dentro”.
Então, mais uma vez, o Monge encontra seu caminho, olhando para dentro do seu coração, encontrando lá a Paz que o anima.
“Se queres mudar o mundo, mude primeiro o teu mundo.” Este é o lema do Monge.

"Ao verdadeiro Fernão Capelo Gaivota, que vive em todos nos." Parte 2

Um perdido comportamental...
Dizia um blog diferente que eu sigo:

"Antes eu possuía critérios, agora eu só tenho delírios..."



Referenciando o famoso livro do passarinho, pensei obviamente em mim como o próprio Fernão.
Acredito ser este o objetivo de cada livro, a auto identificação, com o personagem, e que aquela leitura o complete, nos complete e siga.
Saiba que tenho uma busca pessoal sobre as coisas que eu gosto.
É a descoberta destas que me fará feliz. Prosseguir com aquilo que "amo", no caminho que "determinei", sem a limitação cotidiana e auto-imposta pelo nosso mundo. [Seria você a limitar-me?]


Identificar o bando, como a nossa sociedade, que a muito formara minha opinião.
Incorreta e de futuro triste, sem "mor", humor, amor, etc. Seguir esta opinião, sem ter um objetivo maior seria ser como o resto do bando. Condenar-se[nos] a rotina, aceitar qualquer coisa.
O que difere a nós de um ou outro que vemos todos os dias, a cada esquina, ao nosso lado?

"Não sou diferente, exagerado, incompreendido por querer aparecer, mas sou sim diferente por ser aquilo que acho correto. [Por tentar ser...]
[Deixe apenas corrigir a mim, nessa busca, tento e serei compreensivo com o que eu não entendo, afinal ainda estou crescendo...]


Dos pontos tensos do livro:

#
Como nas frases destacadas, SIM, e há situações em que nos deixamos abalar, ou somos surpreendidos e ficamos sem reação.
Estar preparado não significa evitar situações difíceis, mas sim, dar-lhes uma boa solução. Sinto-me assim, quando junto a “Joanecleide”; o abalo, e a busca pela solução. "A evidência do abalo dela em mim é esse blog".

Convencer os outros das opiniões que carrego, não é tarefa fácil. Honestamente, não é também o momento. Diversas referências ao tempo que li, entendo então e também, que as palavras não "a" farão concordar, mas sim falsear um comportamento, melhor que os[as] mostre em ações, esses não terão a dificuldade da interpretação. Ainda irei te provar... quem é!


##
Tenho vivido alguns enganos, assim como os que me cercam. Estes se enganam quanto a mim. Verdadeiramente não é meu bando, não seguem os mesmos pensamentos e constantemente estamos a discordar. Tem sido difícil permanecer ali, mas não obverso em mim uma vontade de voar para longe e mudar.
Por outro lado, aqueles que eu acredito ser parte de mim, não estão a me aceitar. "Gostaria de levá-la para mais alto, levá-la para casa... Ainda me falta muito a melhorar".

"Na primeira parte, comento... A busca parece interminável, eu não sei do que gostar... como posso ser então melhor, alcançar a perfeição no que eu não sei se faço?"

Esta citação veio direto a mim, quando em leitura, e sim, fez-me pensar em uma pessoa, mas não a única. Independente do nosso resultado e do que parece limitar-nos, não aprender com isso seria persistir nos mesmos erros. Repetir o erro, obviamente só poderá trazer o mesmo ruim resultado. Ensina-me, aos poucos eu tento compreender.

Definir-me, e alcançar os objetivos.

"Não por estar atrasado, que não alcancei o objetivo... Não cabe aqui fracasso... mal tolero o atraso... deixe-me ir, estou a perder tempo..."
[Pensamentos em ônibus de Mininu_nu]

"Ao verdadeiro Fernão Capelo Gaivota, que vive em todos nos." Parte 1

E segue a história, iniciado obviamente pelo final. Assim poderão visualizar por partes, o que eu tenho pensado. Adquiri o hábito de ler, isto acrescenta meu vocabulário, faz-me ver outros pontos. Portanto, alguns dos livros que tenho acompanhado serão tratados aqui. Inicio então por Fernão Capelo Gaivota.

E de um comentário passado, dizia meu blog deixar de ser pessoal. Ledo engano seria este o reflexo da minha alma e o que se passa em meu coração. A falta de pessoalidade dos textos reflete a minha busca por outros assuntos, significa que eu não posso ficar preso a... imagem, pensamento, lembrança, desejo, sentimento... aquilo que possa impedir meu crescimento.
Pelo contrário ainda, posso afirmar, seria esse o real motivo, você, de fazer-me querer ser melhor, e ao invés do peso que carrego, tornar-se-á, força.

Tomamos então a idéia do livro, com algumas adaptações, para que tanto eu possa ver em mim e vocês em si mesmos que somos uma idéia de liberdade e de superação. Pequenas frases retiradas do livro, que no próximo post, venho a comentar.


A maior parte das gaivotas, não se preocupa em aprender mais do que os simples fatos do vôo - como ir da costa a comida e voltar. Para a maioria; o importante não e voar, mas comer. Para esta gaivota, contudo o importante não era comer, mas voar. Antes de tudo, adorava voar.

Porque e que lhe custa tanto ser como o resto do bando?

Foi como se lhe batessem com uma tabua. Os joelhos enfraqueceram-lhe, as pernas tombaram-lhe, um enorme rugido ensurdeceu-o.

Quem e mais responsável do que uma gaivota que descobre e desenvolve um significado; um propósito mais elevado na vida? Passamos mil anos lutando por cabeças de peixe, mas agora temos uma razão para viver, para aprender, para descobrir, para sermos livres! Dêem-me uma oportunidade, deixem-me mostrar-lhe o que descobri.

Muito bem, quem são vocês? – Nós somos do seu bando. Somos suas irmãs.

– As palavras eram fortes e calmas.
– Viemos para levar você para mais algo, para levá-lo para casa.

Para cada uma delas, o mais importante na vida era olhar em frente e alcançar a perfeição naquilo que mais gostava de fazer: Voar.
Escolhemos o nosso próximo mundo através daquilo que aprendemos neste. Não aprender nada significa que o próximo mundo será igual a este. Com as mesmas limitações e pesos de chumbo a vencer.

“Vê mais longe a gaivota que voa mais alto...”
Cada um de nós é, na realidade, uma idéia, uma idéia ilimitada de liberdade. Você tem a liberdade de ser você mesmo, de ser o seu próprio eu, aqui e agora, e não há nada que possa interpor-se no seu caminho.

A única diferença, a única, de fato, é que eles começaram a compreender o que são realmente e decidiram por em prática esse conhecimento.

Não é isso que você ama! Você não ama o ódio e o inferno, é claro. Você tem de treinar até ver a verdade, o que há de bom em cada uma delas, e ajudá-las a ver isso nelas próprias. Para mim, o amor é isso.

Não há limites, a sua corrida para a aprendizagem acaba de começar.



[Fernão Capelo Gaivota- Richard Bach]

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